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Dirigentes de Ong visitam autoridades em Holambra

Publicado às 07h51 Atualizado em 21 de agosto de 2026 às 14h58

Para acompanhar os resultados da atuação dos contadores de histórias da Associação Viva e Deixe Viver e fortalecer o diálogo com as autoridades e os profissionais envolvidos no projeto, o fundador da entidade, Valdir Cimino, e a diretora Executiva, Luciana Bernardo, estiveram em Holambra no último dia 7 de agosto. A comitiva, acompanhada por Flávia Moraes, representante da associação no município, foi recebida pelo prefeito Fernando Capato e pelo diretor de Educação, Henrique Mazotti. Durante o encontro, foram apresentados os avanços alcançados ao longo dos quatro anos de parceria e as perspectivas para o trabalho desenvolvido junto às escolas.

A parceria com o Departamento Municipal de Educação permite que a literatura faça parte da rotina escolar e chegue também às comunidades rurais do município. Semanalmente, oito voluntárias da Viva e Deixe Viver realizam sessões de contação de histórias em seis escolas da rede municipal, três localizadas na área urbana e três na zona rural. A iniciativa envolve 16 turmas e alcança cerca de 320 alunos, proporcionando mais de 10 mil experiências literárias por ano. As voluntárias também atuam na biblioteca municipal e na organização Amarilis, com atividades lúdicas em horários de contra-turno escolar.

Foto: divulgação ONG Viva e Deixe Viver

“Voltar a Holambra e perceber o que foi construído nesses quatro anos é muito significativo. A contação de histórias ganha uma dimensão ainda maior quando entra na rotina escolar e passa a fazer parte da experiência das crianças. São milhares de momentos de encontro com a literatura, mas também de imaginação, escuta, afeto e desenvolvimento humano. O mais bonito é ver que esse trabalho acontece graças à dedicação das voluntárias e à parceria com a educação municipal, alcançando também as crianças das escolas rurais”, destaca Cimino.

A equipe da Associação visitou o Departamento Municipal de Educação, onde se reuniu com representantes da gestão, diretores, coordenadores pedagógicos, profissionais das escolas participantes e as contadoras de histórias. O encontro permitiu ampliar a troca de experiências sobre o projeto e discutir possibilidades de ações formativas, capacitação de educadores e voluntários e novas iniciativas de extensão, reforçando a contação de histórias como uma ferramenta complementar ao processo educativo.

Mais do que estimular o hábito da leitura, a proposta da Associação Viva e Deixe Viver utiliza as histórias como instrumento de formação integral. Ao criar momentos de escuta, imaginação e interação, o trabalho contribui para o desenvolvimento de competências socioemocionais e para a construção de vínculos, mostrando como a atuação voluntária pode gerar impacto.

Além disso, voluntárias da Viva também contam histórias na biblioteca municipal e na organização Amarilis, com atividades lúdicas em horários de contra-turno escolar. (AI Ong Viva e Deixe Viver)

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